O que esse formato armazena?+
CR3 é a representação RAW mais recente da Canon, documentada para câmeras como a EOS M50. Armazena dados de imagem para revelação e metadados da captura, em vez de um JPEG comum renderizado. O contêiner difere de CR2 baseado em TIFF e CRW baseado em CIFF; a mesma marca de câmera não garante que um único decodificador possa abrir os três.
Como a compressão afeta a qualidade?+
RAW e C-RAW são opções de gravação no fluxo CR3. A Canon descreve C-RAW como uma representação RAW menor, mas seu processamento exato e sua disponibilidade dependem do modelo. Não deduza retenção idêntica de amostras nem profundidade de bits fixa apenas pela extensão .cr3.
A extensão .cr3 distingue RAW de C-RAW?+
Ambos podem usar .cr3. Inspecione as configurações de gravação da câmera e os metadados do arquivo; a extensão não declara o modo de compressão.
O que verificar antes de abrir o arquivo?+
Confira o modelo exato da câmera e o modo de gravação na lista de suporte do processador. O suporte RAW é específico do modelo, mesmo quando a extensão é reconhecida. Visualizar uma prévia JPEG incorporada não comprova que os dados do sensor foram decodificados.
O que muda ao exportar para outro formato?+
A exportação de RAW para imagem revela os dados: balanço de branco, mapeamento de cores e tons passam a fazer parte dos pixels. Formatos em escala de cinza, com paleta e SDR podem descartar informações adicionais. Preserve o original; converter uma imagem renderizada de volta para um contêiner RAW não reconstrói a captura.
Quando esse formato é útil?+
Use o original RAW para revelar a foto novamente quando a interpretação da exposição e as decisões de cor precisarem continuar flexíveis. Exporte JPEG para uma imagem opaca de entrega ou um raster adequado de alta precisão para continuar a edição. Essas exportações fixam as decisões de processamento e não conseguem recriar os dados originais do sensor, a calibração nem todos os metadados do fabricante.